11.1.09

Ai que bom se eu achasse a ironia no meu caminho... Se eu fosse às nuvens e descesse à terra, se eu não apagasse nada da minha infância e juventude. Se eu chegasse aos 48, completamente diferente daquilo que me conhecia.

Que bom, que bom se eu não me reconhecesse!...

Dou comigo a viver concretamente e exactamente na esquerda... enjoa-me o Sócrates, enjoam-me os PSDs. Só tenho olhinhos p'ro Louçã e p'ro Jerónimo... Neles eu sou capaz de depositar um voto. Mas já não seria assim se com eles (ou com alguém seu conhecido - como é moda agora no sistema) eu conseguisse chegar à cama.

Tenho impressão que se baralhava tudo. A minha mente disparava faíscas... Ainda tenho bem presente o suplício que foi a Formação de Formadores e o asco, a esgana que sinto daquela formadora. E é aquilo professora no Piaget. Se pudesse enchia-lhe a cara de bofetadas... de pontapés, até ver sangue esguichar. Eu gostava de ser um Bond!... Era com todo o prazer, que lhe passava uma rasteira, até ela afocinhar no chão!...

Passam 4m das 00:00... Hoje já é outro dia, e é com aquilo que eu desejaria ser do Bond, que eu encerro o meu dia de anos.

Até amanhã e obrigado por dizer: até p'ro Ano...

 

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10.1.09

Como eu queria, ser normal! Ter uma família que me defendesse... que me pusesse à frente de tudo e de todos... como eu queria que os outros (o mundo), acreditasse em mim...

como eu desejaria que o sexo oposto aceitasse que eu não sou travesti, que dou paixão na medida em que  sinto paixão despertada num homem, na medida em que gosto de ser penetrada.

Como é desgostoso o estado lastimável em que o princípe da dinamarca me deixou.

Como é possível passar por burra, quando o meu único pecado é não ser socializável.

Quando de resto, para além de uma sensibilidade apuradíssima, funciono em termos de comportamentos interpessoais, e infelizmente não tenho como evitar e rebater o sistema e os outros que incarnam e interpretam esta velhaca estrutura  sistémica pejada de pulgas por todo o lado. Ainda não arranjei o antídoto para matar estes escaravelhos e pisar as lagartixas, que ficam com o rabo a mexer mesmo depois de mortas!

Mas o que é facto é que fico relaxada quando mato algum desses animais repelentes...

Como é facto é que amanhã faço 48 anos... Como eu vou arranjando forças para lutar contra este mundo esterlizado em éter e massificado em opiniões difundidas parabólicamente.

Desgostosa com o lado direito, massemédiamente populista, desejaria uma social-democracia, julgo que encabeçada por Troski. Desejaria que a Ki falasse comigo sobre isso. Ela ou outro bloguista...

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9.1.09

Às vezes penso como as pessoas são másinhas!... Afinal já tinha autorizado o cancelamento da viagem desde o dia 9 de Dezembro, e não me diziam nada, nem contacto telefónico (como disseram que fariam), nem e-mail, nem depósito no cartão de crédito, nada!

Olha se eu tivesse ido para o aeroporto às 4:00 am!

Bom mas agora também já sei que a ET está a (sobre)viver, e espera Vet.

Eu por mim, espero ganhar preserverança, e acreditar que também tenho alguma coisa para dizer, malgrado eu não fazer conversa que surge como as cerejas. Mas a vida é assim...não somos todos iguais. Concerteza que terei algumas coisas boas. Que também se goste de sentir a minha conversa disponibilizada pelo sistema. Às vezes, diga-se em abono da verdade, não me ocorre pensamento, dica, prosa, conversa. E prefiro o papel de receptor que de emissor. Isto são tudo trunfos que o sistema ganha contra mim.

Não vale a pena pensar, um contra o mundo. O que eu sinto, é que isto não é flor que se cheire e, então no comportamento sexual, não sou ouvida nem desejada, ganhando o mundo contra mim...

Quero agradecer e responder à Ki

link do postPor memorexquer, às 17:21  ver comentários (1) comentar

8.1.09

Faz temporal em Amesterdão! Pelo que os voos estão cancelados e eu se calhar posso reaver o meu dinheiro. Já é uma ajuda... Talvez  tudo melhore!

Também espero que a ET tenha melhorado. Ela a emagrecer e eu a engordar. Hoje comi uma caixinha de doce de gila que a minha mãe faz muito bem feito. Tou uma patareca como  o frio. Os pés gelaram-me que nem uma pedra, O computador ainda não me fez nenhuma partida, o boneco sapo ri-se para mim e eu procuro solução e sensatez nos gajos da KLM.

Mandaram-me telefonar para lá às 15:00. Espero que sejam profissionais.

Hoje não sei dizer mais nada senão isto: uma luzinha de esperança neste tempo gelado...

Até já...

 

link do postPor memorexquer, às 18:33  ver comentários (4) comentar

4.1.09

Eu não comento o ano novo.

Só de ouvir o discurso dos patrões até fico enervada...

É demasiada exploração, oportunismo, verborreia, perfídia, desilusão a todo o comprimento, capacidade de reacção nula, zero, inesistente. Nem o partido comunista português, mandou o caralhão levar nas nalgas.

Pena é que o Santana não tenha feito uma análise comparativa, do posto de PM com o de presidente!

Eu por mim, estava nessa. Mas como ninguém me liga, porque o pessoal político é todo da mesma láia, coadjuvados pelos jornalistas que fazem da profissão, desenhar cenários para as supostas interpretações da convivência coadjuvante ou incoadjuvante dos patrões.

Graças a Deus que eu não ouço telejornais, nem leio jornais, nem me deixo montar...

De facto, alhear-me é a única maneira de evitar que se venham aproveitar de mim e explorar-me, sem ganhar um tusto, e passar necessidades, e a copiarem-me... Ainda bem que eu não vejo... o sofrimento assim, é apenas um grito meu!...

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3.1.09

Não há nada melhor que não falar! O sistema vai directinho à fonte...a interconecção que o sistema me arranja: põe-me em competências interpessoais, que as pessoas falam comigo sem ser necessário falar directamente comigo. Respondem-me sem ser necessário eu abrir bico.

Maravilha da ciência... eu também só devo ser reconhecida quando já estiver  morta e enterrada. Porque o meu sofrimento é grande.

A fama que não tenho e que não me é reconhecida, mas sentida em qualquer parte do mundo, não me dá passaporte: nem na família, nem nos amigos, nem nos outros países.

P'RA QUE É QUE ISTO SERVE? Só se passar uma noite a bater punhetas. Porque está tudo no sistema: nada do que eu, peço ou desejo, ou informo como necessário para atingir o orgasmo. Nada como um fantástico pénis (cock, como diz o escocês).

Diz-me sistema: quando é que tenho direito a esperma, a contracções uterinas, e a afagos, com pénis, do clitóris. Seria o mínimo a pedir... Tudo o que seja fora disto, é p'ra pôr na alheta. Sei que volto a portugal, no dia 14, tão incólume como p'ra lá entrei. Se me pudesse matar debaixo de um comboio, se me ajudassem a aniquilar o sistema...

 

link do postPor memorexquer, às 17:42  ver comentários (1) comentar

 
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